6.04.2016

Texto persuasivo

  • Unidade(s) de competência: C
  • Descrição da atividade: redação de um texto persuasivo, a partir de uma situação-problema (o senhor Linhares pretende construir um centro comercial na pacata vila de Pousal).


Discurso de Keila Garajau
    Eu, senhor Linhares, estou aqui perante vós para vos esclarecer que, depois de muitos anos morando na capital, estou de regresso à vila onde nasci e trago comigo um projeto que mudará as nossas vidas para melhor! Sim, é verdade. Quero desenvolver a atividade turística da nossa terra construindo um centro comercial.
    Já tiveram oportunidade de pensar no que isto significará para nós? Eu já pensei. Tenho por Pousal grande amor e pelos Pousalenses um apreço ainda maior. Com o centro comercial que irei construir, a vila de Pousal ganhará prestígio. Todos saberão quem somos e o que a nossa terra tem de melhor a oferecer.
     De facto, com o centro comercial abrir-se-ão novas lojas que venderão os mais variados artigos produzidos aqui localmente.
    O centro comercial será o primeiro passo que daremos para uma progressiva modernização de Pousal. Não duvidem da minha sincera vontade em ajudar a população e a vila de Pousal. Termino confiante de que eu possa contar com o vosso apoio. Desde já, agradeço a atenção de todos.


Discurso de Miguel Moreno
     Meus caros moradores de Pousal, hoje, quero falar-vos do nosso futuro e daquilo que considero ser o melhor para nós. Alguns de vós poderão pensar diferentemente de mim, desconfiando do projeto que tenho para vos apresentar.
   Meus amigos, eu pretendo construir na nossa vila um centro comercial. Sei que alguns pousalenses, sobretudo os pequenos comerciantes, temerão que a construção do centro comercial venha a prejudicar o negócio local. Deixem-me, desde já, esclarecer-vos que irá suceder exatamente o contrário.
    Com o centro comercial, os comerciantes poderão abrir novas lojas, mais modernas e de acesso mais fácil para os clientes. Com as novas lojas, criar-se-ão novos postos de trabalho. Os turistas virão visitar-nos, o que irá, certamente, aumentar o número de vendas e a atividade económica em geral.
    Como podem verificar, são muitas as vantagens de um empreendimento desta natureza. Lembro-vos, para concluir, da importância do futuro e da modernização da nossa vila.



Discurso de Dulcelino Tavares
Caros cidadãos de Pousal, estou aqui perante vós para vos falar do meu sonho em construir, na nossa vila, um centro comercial.
Este espaço que vamos construir aqui será muito importante para todos nós, pois, com as lojas e os espaços comerciais que abriremos, criaremos mais postos de trabalho e atrairemos clientes, o que será uma mais-valia para a economia da nossa localidade.
Também pensámos nos mais jovens! O centro comercial incluirá um cinema. Nele, os jovens poderão ocupar o tempo livre, vendo filmes e representações teatrais. Ainda vos digo mais, dentro do centro comercial, existirá um parque para as vossas crianças brincarem, de forma segura e protegida.
Pousalenses, acreditem no futuro! A nossa terra ganhará fama entre as terras vizinhas e a novidade atrairá os seus habitantes, o que produzirá riqueza.
Para terminar, direi que é uma grande oportunidade para a nossa vila. Não a deixemos escapar!


Discurso de Marísia Cardoso
Caros habitantes da vila de Pousal, quero, hoje, falar-vos dos benefícios do meu mais recente projeto: a construção de um centro comercial na nossa terra.
      Com este empreendimento, os lojistas ficarão mais bem instalados em edifício mais apropriado e os clientes sentir-se-ão tratados com maior comodidade. Por outro lado, a nossa terra tornar-se-á mais conhecida e ganhará prestígio, o que irá atrair visitantes de outras localidades.
      O centro comercial da nossa terra irá incluir um cinema e tantos outros espaços de lazer, onde os jovens poderão divertir-se.
     Por fim, lembro-vos que este espaço comercial irá dispor também de muitos restaurantes, nos quais serão servidos pratos tradicionais da nossa vila, o que ajudará, certamente, a promover e a divulgar a nossa cultura e os nossos costumes.

Discurso de Alan Neto
    Caros cidadãos de Pousal, estou aqui perante vós para vos falar do meu sonho em construir na nossa vila um centro comercial. Este projeto não só pode trazer-me lucros, mas também benefícios a todos moradores de Pousal e aos moradores de cidades vizinhas.
    Por outro lado, um centro comercial poderá igualmente aumentar a taxa de turismo e gerar mais postos de trabalho, baixando assim a taxa de desemprego. 
    O meu projeto não visa apenas um shopping comum como todos os outros; o centro comercial que vou construir será diferente, porque será um empreendimento muito complexo, contendo uma área com cerca de 3,5 km, onde haverá um cinema 5D, uma montanha artificial de neve para a prática desportiva de snow board, karting, ginásio e uma praça de alimentação com todas as variedades da gastronomia da nossa terra.
     Sendo assim, será o maior centro comercial do país e trará muita fama à cidade enriquecendo-a cada vez mais.
  Para terminar, meus caros cidadãos, espero que levem em consideração este projeto que será o melhor para a vila Pousal, uma terra em rumo para o crescimento.





Discurso de Paulo Pinto
   Caros cidadãos de Pousal, estou aqui perante a vós para vos propor a construção de um centro comercial na nossa vila. Este projeto tem muitas vantagens, vou enumerar-vos algumas.
  A terra ganhará fama entre outras terras vizinhas e a novidade atrairá os seus habitantes, produzindo riqueza, o que ajudará bastante no negócio local.
  O centro comercial incluirá um cinema, onde os jovens poderão ocupar o seu tempo livre, depois da escola, ou mesmo no fim de semana ou, então, nas férias. Será um meio de distração para os jovens da vila, visto que há poucos meios de distração para eles, neste momento em Pousal.
         A construção deste centro irá fazer com que deixemos de ter tanta necessidade de ir à cidade fazer as compras. Um centro comercial na nossa vila irá facilitar-nos a vida e será mais cómodo para nós.
          Quero muito ajudar a nossa vila, na qual fui nascido e criado. Só nós, senhores comerciantes, conseguiremos ajudar a economia da vila.

         Para terminar, espero que esta ideia vos agrade, a vós senhores comerciantes.

Discurso de Maria Nazaré Morais
    Caros habitantes da Vila de Pousal, eu tenho muito orgulho da nossa terra!
    Querendo construir um centro comercial na nossa vila, resolvi marcar esta reunião com todos os habitantes, e em particular com as comerciantes, para esclarecer o motivo desta minha decisão.
     Esta vila está pouco desenvolvida em relação a outras do país. Por outro lado, há falta de emprego. Verifica-se também que não há locais de distração para jovens e para os menos jovens. Somos pouco visitados. Enfim, somos uma vila empobrecida a todos os níveis tais.             
      Por estes motivos, a construção do centro comercial será o primeiro passo para uma progressiva modernização da nossa vila.
     Com a construção do centro comercial, haverá mais emprego; a vila terá mais lojas, onde serão vendidas mais variedade de produtos e serviços comerciais; os lojistas terão instalações mais modernas e com melhores condições e os clientes sentir-se-ão mais satisfeitos com a maior comodidade. 
     Para além disto, o centro comercial atrairá mais pessoas vindas de outros locais; os pousalenses deixarão de ter de se deslocar a outras localidades para tratar de assuntos pessoais. Não podemos esquecer também os inúmeros postos de trabalho que serão criados.
   Espero que todos os habitantes tenham ficado esclarecidos e venham a concordar com este plano, para que a nossa terra não caia no esquecimento e não perca habitantes para outros locais ou para a emigração.
     Por, fim, depois deste esclarecimento, ficarei disponível para qualquer questão que ainda queiram colocar. E lembrem-se do seguinte se não formos nós, os habitantes desta vila, a fazer algo para ela, mais ninguém o fará.Temos que ser nós, filhos desta terra, a lutar por Pousal!

Discurso de Maria Aparecida Silva
    Caros cidadãos de Pousal, eu, nascido e criado nesta vila, trago-vos uma proposta. Vivendo eu, presentemente, fora da vila, na capital do nosso país, e tendo eu passado por vários países, estou aqui perante vós para trazer boas novas que irão ajudar muito a nossa vila no seu crescimento económico.
    A minha proposta está direcionada para a atividade comercial de Pousal. Eu pretendo abrir um centro comercial, no qual iremos ter mais lojas, todas elas concentradas num só lugar. Dado que Pousal é uma vila tão pequena, com as lojas espalhadas por vários pontos da nossa localidade, poderemos, com o centro comercial, concentrar as lojas num só espaço.
    Por outro lado, considerando o facto de morarmos no país muito frio em que chove na maior parte do tempo, o que nos impossibilita de circular na rua para fazermos as nossas compras, isso deixará de ser um problema com um centro comercial, pois este empreendimento oferecerá um espaço fechado.
   Com a minha proposta estaremos unindo o útil ao agradável e revolucionando a nossa vila. No centro comercial, todos os agricultores, apicultores, costureiras, rendeiras, bordadeiras, marceneiros e vinicultores poderão expor, divulgar e vender os seus produtos.  
    Com efeito, todos os lojistas, que estão situados nas ruas com suas lojas, terão esta oportunidade única de abrir as suas lojas no centro comercial. Acreditem, Pousalenses, este projeto será um grande feito! A nossa vila terá muitos visitantes, que virão conhecer as nossas tradições. E para os jovens construiremos um grande cinema e um ginásio de última geração. Todos poderão usufruir do centro comercial, que será para os dias de hoje e perdurará pelos tempos vindouros.
    Para terminar, espero que todos pensem bem na minha proposta. Espero igualmente que ela se concretize o mais rapidamente possível, para que, no próximo inverno, já estejamos usufruindo do enorme shopping de Pousal.
Espero que todos estejam de acordo. Seguramente irão fazer um bom negócio.





                                                               

Mapa de histórias

  • Unidade(s) de competência: C
  • Descrição da atividade: redação de um texto narrativo a partir de um mapa de histórias. As palavras destacadas foram retiradas do referido mapa.

O baú
      Lembro-me com muitas saudades da casa onde passei a minha infância. Uma casa grande que albergava a minha extensa família. Na cozinha, havia um grande fogão a lenha do qual só a minha avó se ocupava, não deixando nunca o fogo se extinguir. No último andar da casa, existia um sótão empoeirado, onde estavam guardados objetos velhos e enterradas muitas recordações. De todos os objetos abandonados no sótão, havia um que me fascinava especialmente, como se um poderoso feiticeiro me tivesse lançado um encantamento: um antigo baú. Nele, estavam escondidas roupas de tempos passados que cheiravam a mofo e a aventura.
   Sempre que podia, eu subia ao sótão e, usando a imaginação, divertia-me brincando com os pertences do velho baú. Muitas vezes, eu viajava no tempo, vestindo aquelas roupas bafientas e enrugadas. Para mim, o velho baú era uma caixa mágica repleta de sonhos e de fantasias.
     Todos os anos, por ocasião do Carnaval, eu vestia-me com diferentes disfarces; ora de colombiana, ora de índia, ora de pirata. Todas as peças e adornos dos meus disfarces vinham do velho baú. Quanto mais o remexia, mais via nascer, na minha mente de menina, histórias maravilhosas, heróis e heroínas, cavaleiros e donzelas…
      Os meus primos Geraldo e Maria eram visitas frequentes na minha casa. Geraldo, magro e alto, era o mais velho de todas as crianças da casa. Por sua vez, Maria, muito negra de pele, tinha uns olhos de um azul profundo. O azul celestial, lindo e hipnotizante, dos seus olhos resultara de uma doença que ela sofrera quando bebé como se fosse um presente de Deus pelo sofrimento que passara.
     Assim que nos encontrávamos, subíamos os três ao sótão e logo começávamos as nossas brincadeiras. O mundo, esse avançava, então, ao ritmo do ritmo das crianças, marcando horas e minutos de um tempo sem tempo. Lembro-me do cheiro a maresia e do ruído das ondas altas batendo contra os rochedos quando, seguindo um mapa, procurávamos um tesouro perdido numa ilha de piratas. A emoção da busca, o medo dos piratas, guardiões ferozes do tesouro, tudo isto era para nós real, mesmo que protegidos num velho sótão empoeirado.
  O passado fica-nos gravado nas nossas vidas, as brincadeiras, puras e inocentes, ainda mais. Brincar fazia-nos crescer. Recordar faz-nos viver.

Maria Aparecida Silva



Um baú, um sonho e uma música de jazz
    Gadget, um homem alto e muito inteligente, gostava de ter tudo em ordem em casa. Num dia de sol, a um sábado, ele decidiu fazer limpezas pela casa toda, ao som de um bom jazz.
Gadget (era este o nome pelo qual o chamavam no bairro) lembrou-se de ir ao sótão, um espaço da casa que estava deveras desarrumado, cheio de pó e teias de aranha. Chegando lá, ele decidiu arrumar o sótão por inteiro.
Porém, no momento em que estava a limpar o pó, ele encontrou um baú, pequeno, castanho e coberto com uma poeira cinzenta. Intrigado, começou a pensar que talvez encontraria ouro dentro do baú. Quando o abriu, encontrou, todavia,  apenas um mapa velho e rasgado.
Desapontado com a sua descoberta, acabou por adormecer. Começou a sonhar…
Estava agora numa ilha perdida. Nessa ilha deserta, desenterrava um enorme baú, cheio de moedas de ouro reluzente! Que sorte! Estava rico!
O saxofone tocou uma nota mais alta. Gadget acordou ao som ritmado de uma música de jazz. Tudo fora um sonho.
Paulo Pinto

O túnel do Tempo
Era uma vez um rapaz chamado Pedro que gostava muito de cozinhar.
O Pedro era uma pessoa de constituição magra e muito alto. O seu sonho era ser chefe de cozinha. Para aperfeiçoar a sua técnica, o Pedro usava a cozinha da mãe para as suas experiências. Para confecionar os seus pratos, ele usava um velho forno. No entanto, sempre que lá colocava os ingredientes, estes desapareciam misteriosamente.
Estando farto desta situação, resolveu fazer um bolo. Mudando dos ingredientes salgados para os doces, talvez os alimentos não sumissem como de costume!
O Pedro ficou muito espantado ao ver com os seus próprios olhos que o bolo tinha desaparecido. Acontecera tudo de novo!
Concluiu, então, que o velho forno da cozinha da mãe era um túnel do tempo, colorido e muito bonito. Admirado com a situação, o Pedro decidiu fazer uma experiência. Aventurando-se, meteu-se ele próprio dentro do forno, não sabendo aonde iria parar.
O Pedro descobriu que todos os alimentos que cozinhava no forno parar na época da pré-história. Este, ao chegar lá, entendeu que os pré-históricos estavam à espera da comida dele. Assim, o Pedro concluiu que a velha cozinha da mãe não era o motivo para ele desistir do sonho de ser chefe.  

Dulcelino Tavares      

Retrato próprio


  • Unidade(s) de competência: B e C
  • Descrição da atividade: elaboração de um autorretrato escrito a partir de um modelo, o soneto "Retrato próprio", de Almeida Garrett.
Quem sou eu? pintura de Ludvik Glazer-Naude

O meu retrato próprio
Keila é o meu nome.
Eu sou baixa e sou gordinha.
Tenho olhos de um castanho outonal. E sou de tipo moreno claro.
Tenho a cara alegre, enfeitada por um sorriso grande!
Com meu corpinho me dou por satisfeita; por bem distribuído estar em pouco mais de metro e meio!
Minha voz? É meiga e suave, como canto de passarinho.
Sou incapaz de desejar o mal a alguém e estou pronta a ajudar quem precisa!


O meu retrato próprio
Maria, uma pessoa feliz e realizada! Maria, a guerreira, que não tem medo da vida! Esta Maria sou eu, cabeleireira de profissão. Amo muito ser cabeleireira!
Sou alta, gordinha e tenho cabelos vermelhos a lembrar o carmesim. Os meus olhos são negros como uma jabuticaba. Tenho o rosto redondinho e uma boca pequena de lábios bem desenhados, como os de uma boneca.
Tento ser generosa com aqueles que precisam de mim e nunca consigo dizer não. De voz doce e melosa, sou A MÃE dos meus colegas mais novos da escola. Aconselho-os, porque os amo como meus filhos.
Na minha  vida amorosa, gosto de ser sempre sincera, respeitando o espaço do meu parceiro para também ter o respeito devido.
Gosto de feijoada brasileira e dos doces feitos com frutos naturais, como goiabada e doce de mamão com coco.
Tenho como lema de vida: “O senhor é meu pastor e nada me faltará”. Não julgo ninguém para não ter que ser julgada. Porém, como diz o sábio provérbio: “Quem com ferro fere com ferro será ferido”…


O meu retrato próprio
Olá! Sou o Miguel Moreno. Nasci em Santarém, no dia oito do mês de março do ano de mil novecentos e noventa e seis.
Primeiro, vou descrever-vos o meu rosto. Ele é pequeno. Os meus olhos são castanhos claros e os meus lábios bem desenhados, embora um pouco grossos. O meu cabelo é curto e castanho clarinho.
Meço um metro e setenta e sete e peso sessenta e nove quilos. A minha voz é grave.
Quanto ao meu perfil psicológico, gosto de futebol! O meu clube do coração é o S.L. Benfica. Adoro comer lasanha. Isto lembra-vos alguém? O meu cantor preferido é Snoop Dog.
Dizem que as minhas qualidades principais são ser honesto e humilde. Porém, também dizem que sou teimoso e impaciente. Eu acho que exageram…
O lema que comanda a minha vida é: “viver cada dia de cada vez”. Acredito que o importante não é pensar demasiado no amanhã, mas sim ir vivendo o dia a dia. 


O meu retrato próprio
Aviso aos leitores: o que vão ler agora tem sotaque brasileiro.
Sou a Bruna Moniz. Nasci em mil novecentos e noventa e quatro, em Belo Horizonte, no Brasil. Tenho vinte e um anos.
O meu rosto tem um formato quadrado. Os meus olhos são pretos, pois são bem escuros. A minha boca é parecida com a forma de um coração. O meu cabelo é curto, liso e penteio-o de várias formas. Na verdade, ele é de cor castanha, mas eu pinto-o de loiro.
Gosto muito de música. Toco bateria desde os doze anos. Cheguei mesmo a fazer parte de uma banda, mas nada de muito sério ou profissional.
Sou muito sincera, amiga e companheira. Também tenho defeitos, como toda a gente! Sou bastante orgulhosa.
A minha passagem bíblica favorita é a que diz o seguinte: “O Senhor é meu pastor e nada me faltará”. O meu lema de vida é “o tempo é rei”, pois, quanto a mim, o tempo é a base de tudo! Sempre funcionou assim para mim.


O meu retrato próprio
Eu chamo-me Marísia Cardoso.
Tenho vinte e um anos. Nasci na cidade Capital  Alves Menezes, em 1994.
Eu tenho cabelo liso. Sou baixa e morena. O meu rosto é redondo e os meus olhos são pretos.  Sou forte e tenho uma altura média. A minha voz é aguda.
Sou vaidosa. Gosto de cuidar de mim e também gosto de quem gosta de mim. Gosto muito de roupas vermelhas e de sapatos altos. E também gosto muito de fazer noitadas com as minhas amigas! Sou simpática, alegre e feliz. Também sou muita tímida, de vez em quando.
Os meus pratos preferidos são calulu, cachupa, feijoada, grão de bico e caril. Os meus artistas prediletos são Paula Fernandes, a Banda Calipso, Vanessa de Camargo, Ivete de Sangalo,  Zezé de Camargo e Luciano.
Adoro trabalhar e cozinhar! Nos meus tempos livres adoro de passear.
Sou uma pessoa que se deixar apaixonar rápida e facilmente.


O meu retrato próprio
Olá, eu chamo-me Paulo Pinto.
Nasci em Angola e tenho vinte e um anos.
Sou uma pessoa trabalhadora, honesta, humilde e empenhada nas tarefas que me proponho realizar. Sou teimoso e muito impaciente; não gosto nada de esperar! 
Tenho um lema de vida que me inspira há bastante tempo: “you only live once”. Para mim,  a vida é uma festa. Temos de aproveitar cada dia, porque nunca saberemos o dia de amanhã.          
Gosto de futebol, mas não vou muitas vezes ao estádio. Sou do Benfica. Gosto das músicas do Anselmo Ralph e gosto de bacalhau com natas.
No que diz respeito ao meu aspeto, sou alto, magro, tenho a voz grossa, cabelo curto (carapinha), de cor preta. Tenho um rosto pequeno. Os meus olhos são castanhos. Tenho uns lábios bem desenhados.

O meu retrato próprio
Sou a Ana Paula Costa.
Tenho para mim que, por ter a cara oval, irei sempre ter uma aparência  jovem. Porém saberão logo que não sou uma menina. Nasci em 1987.
Com os meus olhos castanhos, vejo as coisas de que mais gosto, como os video-clips do meu grupo de música favorito, os G.unit. 
Sou preta. Tenho o cabelo encaracolado carapinhado. Meço 1,56m de altura e peso 45kg. Posso, então,  dizer que sou de estrutura média. 
Com a minha voz aguda, digo que adoro salmão! Adoro comer salmão, quando vejo o Arsenal a jogar. É perfeito! Tudo se encaixa num dia calmo e divertido. 
Sou muito paciente, porque uso a minha inteligência quando estou feliz. Sempre que faço  amigos, dizem-me que tenho uma boa vibe, porque se sentem bem perto de mim. Pudera! A verdade é que estou sempre alegre! Acho que devemos viver sempre com vontade de fazer coisas novas e encarar problemas de forma descontraída. 
Tudo a seu tempo (eis o meu lema), pois acredito que vou viver para sempre jovem… envelhecendo (talvez!), mas com uma estado de espírito jovem, porque, para mim, uns morrem e quem fica continua a sua vida, devendo aproveitar todo tempo do futuro.O amanhã nunca demora a chegar!  


O meu retrato próprio
Eu sou o Dulcelino Tavares.
Nasci em 1988, em Cabo verde.
Sou alto e magro. O meu rosto é oval, a cor dos olhos é castanha, os meus lábios são desenhados e a minha pele é do tom do chocolate. O meu cabelo é encaracolado, curto e é preto. O meu corpo é sexy e a minha voz é grossa.
Eu gosto de cachupa. Os meus tipos de música preferidos são kizomba e afro e o meu clube de eleição é Futebol Clube do Porto.
Sou fã de filmes ação, que tenham vampiros como protagonistas. 
A qualidade mais importante em mim é ser trabalhador. Sou também honesto e emociono-me com muita facilidade.
Porque não sabemos o nosso futuro, o meu lema de vida é “não deixar para amanhã o que se pode fazer hoje”.